Depois, abraços em todo mundo, descobrindo que 90% dos entrevistados se forma no fim do ano – ou seja, comigo! Recepção da Jana, atualização da vida fabicana e porto-alegrense e, enfim, festa no Beco. Foi divertidinho. Claro, me dei conta, mais uma vez, de que sou totalmente presa ao meu passado. O que me impede de viver o presente, eu sei. Sei de tudo. Mas nada parece adiantar e, pior, mudar dentro de mim. Onde realmente interessa.
Pelo menos, nao saí deprimida – pela formatura, pelos amigos que se vão, dos momentos que a gente gostaria de eternizar e viver outra vez. Até a sua presença, dessa vez, machucou menos.
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E, novamente, ele saiu sozinho.
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