Assisti neste último final de semana a Conduzindo Miss Daisy (Driving Miss Daisy), de Bruce Beresford. Jessica Tandy interpreta a excêntrica Miss Daisy Werthan que, após um acidente de carro, é obrigada pelo filho a depender dos serviços de um motorista negro, Hoke Colburn (Morgan Freeman). Conflitos de início, ocasionados sobretudo pela independência de Miss Daisy, dão lugar a uma bela amizade entre ambos, que atravessa décadas e episódios marcantes da história norte-americana.
Foi ótimo assistir a um drama que não traz momentos de esperneio histérico, com personagens morrendo atropelados ou se mudando para a Patagônia. Sem choradeira. Conduzindo Miss Daisy é um filme sobre os pequenos dramas, sobre a grandeza dos pequenos detalhes. Onde as lágrimas rolam silenciosas e suaves. Algo sensível e delicado; no final, extremamente belo.
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