2.3.10

no embalo dos clássicos

A coisa mais difícil é amar a vida. Amá-la mesmo quando estamos sofrendo porque a vida é tudo. A vida é Deus, e amar a vida é amar a Deus.

Essa é a frase com que termina Guerra e Paz (1956), dirigido pelo King Vidor, baseada no clássico do Leon Tolstoi. Antes de ver o filme, duvidava um dia conseguir ou mesmo ter ânimo para ler o livro. Pelo que parece, são umas 1200 páginas - só de épico são três horas e meia. Mas, depois de assistir a megaprodução no domingo, me deu uma imensa vontade de encarar todos os volumes de obra...


O fime em si é bom - Audrey Hepburn, Henry Fonda e Mel Ferrer e os figurinos bonitos como pede o gênero -, mas nada de surpreendente. Acho que o melhor mesmo são os diálogos, que fazem o tempo passar muito mais rápido e te faz nem perceber o tempo.

Enfim, hoje já andei pesquisando o preço do calhamaço. Como ultrapassei a cota de gastos para a atualidade, vou deixar a extravagância para mais tarde. Mas fica como determinação. Em algum momento em tenho que ler Guerra e Paz.

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