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Conhece a sensação bizarra de olhar para o espelho e não acreditar na própria idade? SABE que tem 29, mas a cara ali é de uma guria ainda. E a cabeça também. Ok, até me considero madura, mas acho que ainda não sou uma mulher de verdade. Sei lá, talvez nunca chegue a ser, pelo menos não da forma como imagino mulheres adultas. Altas (começa aí o problema), sensuais, seguras, equilibradas, bem vestidas e senhoras de si. Sou o contrário em tudo. Mas vai ver o lance é esse, a gente se aceitar do jeito que é e ser feliz assim. E deixar para lá os estereótipos.
2 comentários:
a gente é mais adulto que muito adulto, gata. Só não somos, e tlavez nunca venhamos a ser, nossas mães. Se espelhando nelas, que acordam cedo, sustentam a família, fazem a comida e ainda tem um tanto de carinho pra cada filho, amigo e parente, é fácil sentir que temos 12 anos. Mas a gente é adulto. Pena que ser gente grande venha sem manual.
É engraçado a gente pensar que vai ser de tal forma um dia e descobrir que tudo não passa mesmo de estereótipos que a gente mesmo constroi...
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