13.9.13

vai embora, medo!

"O feminismo não mudou. Ele sempre se baseou no reconhecimento do seu próprio poder e isso me leva a uma lição que a minha mãe, Lily, me ensinou há muito tempo. Ela sobreviveu ao Holocausto com graça e dignidade e foi a primeira mulher a me inspirar na vida. Os médicos disseram a ela que não poderia ter filhos e, menos de um ano depois, eu nasci. Minha mãe sabia reconhecer sua própria força e me ensinou muito cedo algo que jamais irei esquecer: o medo não é uma opção. Pense nisto por um momento: o medo não é uma opção. Se você aceitar isso como verdade e chegar a um acordo com sua própria força, não existirão limites para o que você pode fazer."

Gostei demais desse parágrafo escrito nesse artigo da Diane von Fürstenberg. Não só pelo conteúdo, mas porque minha mãe me ensinou a mesmíssima coisa. O medo não nos leva a lugar nenhum. O medo paralisa. O medo não te deixa fazer nada. E por isso mesmo o medo tem que ser combatido todos os dias. Não eliminado, seria impossível e até ruim - às vezes um pouco de medo pode te fazer reconsiderar certas coisas e incentivar decisões melhores. O que não se pode é deixar o medo tomar conta da vida. Eu me considero alguém com bastante medo, e de várias coisas. O que tenho aprendido, cada vez mais, é como enfrentá-lo. E vale a pena. Cada medo vencido é a oportunidade de uma vivência nova. 

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