De repente, quem significava tanto não significa mais tanto assim. De presente dolorido, vira apenas uma lembrança de ontem. De vários ontens. Nostalgia.
De permanente, só o desejo de que as coisas tivessem sido diferentes.
Sem tristeza, sem mágoas. Um dia, pára de sangrar e o que fica mesmo é a cicatriz. Feia, muitas vezes, mas a prova da intensidade daquele instante.
Demora, mas chega o momento em que o passado, teimoso, se torna realmente passado. E a possibilidade do futuro aparece de novo, com os velhos calafrios na espinha.
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