Ser e ao mesmo tempo não ser de um lugar. Parece confuso - e realmente é, pelo menos na minha cabeça às vezes. Enquanto isso, vou clicando e percebendo como é bom fazer as pazes com um lar que, no fim, vive dentro da gente.
Em cima, o centrinho da cidade; embaixo, o entardecer visto de casa numa quarta-feira.
Um comentário:
Estava conversando com uma amiga sobre voltar pra casa. A questão não é voltar. Já não poderíamos. Mas saber que se quisermos ou precisarmos nossa casinha esta lá, com os braços abertos e um fogão à lenha bem quente pra sempre que precisarmos de algum conforto ou apenas um colo de mãe.
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