8.7.13

limites

Encarar nossos limites geralmente não é das coisas mais agradáveis. Como vivemos em um mundo competitivo, onde todos correm como loucos atrás de um tal de sucesso, fica difícil se manter alheio a esse clima de podemos-tudo-só-falta-esforço.

Meu inglês, coitado, é a maior prova das minhas limitações. Apesar de anos de estudo, dedicação, cuca fundindo atrás dos melhores métodos de estudo, a verdade é que a coisa não vai. Notei melhoras significativas desde que vim para São Paulo, onde adotei, graças à grana curta, um estudo 100% by myself. Mas ainda assim, o ritmo é uma tartaruga com dor nas pernas.

Este ano consegui romper uma barreira importante, li meu primeiro livro todo em inglês, "The Secret Garden". A história é linda e a narrativa tem um tom de complexidade ok, então deu para acompanhar as peripécias das crianças tranquilamente.

A segunda missão, nesse sentido, se mostrou impossível. Depois de meses protelando o início da leitura desse livro lindo do Edgar Allan Poe (que comprei por magníficos 15 reais na Fnac), resolvi tentar um capítulo mais curto. Não saí da primeira página (ou da metade dela, para ser sincera). O senhor Poe ainda é poético demais para mim (pelo menos em inglês).

Ok, não consegui, sem dramas. Mais um motivo para me aventurar mundo afora em um intercâmbio. De repente, depois disso, o negócio fica mais fácil.

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